quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Transformação de plásticos em Óleo...?


Há três anos atrás foi postado um vídeo mostrando uma invenção que trazia uma nova esperança para os dejetos plásticos, no qual a população geralmente descarta em qualquer local, o que ocasiona enchentes em grandes centros, poluição em rios e lagos, extinção de animais marinhos e por aí vai.

Esta invenção não foi muito difundida pela mídia brasileira o que causa tamanho desinteresse da população quanto ao uso da mesma.
A empresa que produz esta máquina, informa que tal aparato usa todo tipo de plástico para a produção de óleo, destilando-o em gasolina, diesel e querosene. Não há resíduo sólido, podendo apenas gerar gases como metano, propano e outros que serão desintegrados por um filtro especial da máquina que os transforma em água e carbono.

Plástico em Óleo

Se os leitores estiverem interessados em uma pesquisa mais criteriosa, podem acessar diretamente a página da empresa produtora desta máquina.

http://www.blest.co.jp/



terça-feira, 11 de setembro de 2012

Espinafre dá potência a células solares


Célula solar biohíbrida
Mesmo não sendo capaz de deixar as pessoas fortes como o Popeye, o espinafre está dando uma superforça para as energias alternativas.
Recentemente, proteínas retiradas do espinafre, misturadas a moléculas de polímeros, criaram nova forma deproduzir hidrogênio diretamente a partir da luz solar.
Agora o ganho de energia foi diretamente para as células solares.
Combinando a proteína usada pelo espinafre na fotossíntese - para converter a luz em energia eletroquímica - com o bem conhecido silício, cientistas criaram uma célula solar "biohíbrida".
"Esta combinação produz níveis de corrente quase 1.000 vezes maiores do que podemos alcançar depositando a proteína sobre vários tipos de metal. Ela também produz um aumento modesto na tensão," disse o professor David Cliffel, da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos.
Segundo o pesquisador, se o ritmo nos ganhos de eficiência se mantiver - ele vem se mantendo desde 2007 -, as células solares biohíbridas poderão alcançar o rendimento de tecnologias mais maduras dentro de três anos.
Proteína da fotossíntese
No estágio atual, um painel solar de 60 centímetros com as células solares de espinafre - que ainda não estão prontas para compor um painel solar - seria capaz de gerar 100 miliamperes a uma tensão de 1 volt, eventualmente suficiente para pequenos aparelhos portáteis.
Outra vantagem potencial dessas células solares biohíbridas é que elas poderão ser muito baratas, ao contrário das células solares inorgânicas, que dependem de semicondutores raros e de processos industriais caros.
Isso porque a proteína PS1 (photosystem 1) continua a funcionar depois de extraída de plantas como o espinafre. A vantagem é que ela converte a luz do Sol em eletricidade com uma eficiência próxima aos 100%, contra cerca de 40% dos melhores materiais fotovoltaicos fabricados pelo homem.
O maior entrave no desenvolvimento da nova tecnologia é a durabilidade: o recorde de vida útil de uma célula solar empregando a proteína PS1 foi de nove meses.
"A natureza sabe como fazer isso extremamente bem. Nas árvores, por exemplo, a PS1 dura anos. Nós só temos que descobrir como fazer isso," disse Cliffel.
Crescimento vegetativo
Para construir sua célula solar "semi-vegetal", os pesquisadores extraíram a PS1 do espinafre em uma solução aquosa e depositaram a mistura em uma pastilha de silício dopada com cargas positivas.
Basta deixar a água evaporar, e a célula solar está pronta.
Os testes mostraram que o melhor rendimento foi obtido com uma camada de PS1 de um micrômetro de espessura, o que corresponde a cerca de 100 moléculas de proteína.
Segundo os pesquisadores, o projeto do substrato de silício desempenha um papel fundamental no aproveitamento dos elétrons gerados pela proteína. Como alguns tipos de dopagem não funcionaram, eles acreditam haver margem para melhorias no rendimento das células biohíbridas.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Na Reciclagem, sacolas plásticas podem virar fibra de carbono

O polietileno usado em sacolas plásticas pode ser reaproveitado para a produção de um material muito mais valioso do que o próprio material original: fibras de carbono.
As fibras de carbono estão entre os materiais mais "high-tech" da atualidade, presentes em carros de corrida, equipamentos esportivos, aviões e sondas espaciais.
As sacolas plásticas, por outro lado, estão sendo banidas porque não são recicladas adequadamente, ainda que não exista ainda um substituto ambientalmente vantajoso para elas.
Amit Naskar e seus colegas do Laboratório Oak Ridge, nos Estados Unidos, desenvolveram um processo que não apenas permite a utilização do polietileno para a fabricação de fibras de carbono, como também possibilita ajustar o produto final para aplicações específicas.
Ao falar sobre as aplicações possíveis do material reciclado, o pesquisador é lacônico: "as possibilidades são virtualmente ilimitadas".

Texto retirado do site Inovação Tecnológica
 http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=sacolas-plasticas-recicladas-fibras-carbono&id=010125120411&ebol=sim
de 11/04/2012

Estamos de volta!

Pedimos perdão a nossos leitores, mas por motivo de ordem técnica nos mantivemos por quase dois meses inativos, contudo, estamos voltando com notícias e textos bem interessantes. 

Procuramos, sempre, dar opiniões com conceitos sócio-ambientais que possam agilizar a compreensão de nossos leitores e simplificar o seu entendimento para assuntos sobre estes tópicos.

Deixem sua opiniões postadas, pois dessa forma podemos entender melhor nosso público e construir uma página mais acessível.

Bem Vindos de Volta!

Grande Abraço,

Luiz Ayres

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

ESPAÇO DICA RECICLÁVEL

Economizar.  Aproveitar.  Reciclar.

Quando no preparo dos alimentos fazemos um refresco com a casca que sobrou do abacaxi ou preparamos uma batata assada com a casca, estamos aproveitando partes dos alimentos que geralmente são jogadas fora e que contem a maior quantidade dos nutrientes.
Aproveitar da melhor maneira possível os alimentos de que dispomos e que geralmente não damos valor, é uma maneira sensata de economizar.  Quase sempre  jogamos fora partes que podem ser aproveitadas,  deixando de ter à mesa um prato gostoso e saudável, às vezes até por não sabermos o que fazer com elas.
Folhas de beterraba, de cenoura, chuchu, abóbora e outros legumes podem ser aproveitadas preparando-as como couve. Cascas de banana são usadas no preparo de bananadas ou à milanesa.  Cascas de maçãs, peras e tangerinas  para fazer geleias.  Cascas de ovos são fontes riquíssimas de cálcio.  São secas no forno, moídas e guardadas em  vidros para usar em sopas, sucos ou no leite. Devem fazer parte principalmente da alimentação de pessoas que precisam fortalecer ossos e dentes.
As sobras de alimentos também são aproveitadas, criando deliciosos pratos.  Sobras de feijão e de legumes transformam-se em sopas e suflês, de arroz em bolinhos, de carne ou galinha em risotos.
Nos dias de hoje em que a alimentação tornou-se um dos itens mais caros de um orçamento familiar, é necessário economizarmos de todo modo possível.  Para isso, é só trabalharmos com a  imaginação e a criatividade.

Escrito por:
Ana Leila Bastos
Professora de Artes e Economia Doméstica

sábado, 21 de janeiro de 2012

O Lixo


O lixo vem sendo um problema desde os primórdios da população. Antes da Primeira Revolução Industrial o lixo residual era composto apenas por material orgânico, que para ser eliminado, era enterrado.
Mais tarde com o aumento da população e o crescimento acelerado das cidades, principalmente nos meados da segunda metade do Século XX, houve um aumento significativo de material na composição do lixo e na sua quantidade.
Atualmente, o lixo é composto por dejetos úmidos e sólidos. Os úmidos são geralmente restos orgânicos e os sólidos, na maioria, por resíduos recicláveis.
Nas cidades, como o Rio de Janeiro, que contam com serviços de coleta de lixo, o armazenamento é feito em dois tipos de “depósitos”: Os lixões nos quais os dejetos ficam expostos ao ar livre e os aterros sanitários onde o lixo é enterrado e compactado.  Em ambos os casos, afastados dos grandes centros, estes resíduos geram um líquido de coloração escura e cheiro desagradável chamado Chorume, que tende a contaminar o solo e lençóis freáticos, facilitando a proliferação de animais transmissores de moléstias.
Além dos problemas ambientais, esses “depósitos”, geram problemas sociais nos grandes centros, isto é, a parcela excluída da sociedade sobrevive catando materiais sólidos (papéis, metais, plásticos, etc.) para a venda e até material orgânico para seu consumo.


Escrito por: Luiz Antônio Ayres, em 21.jan.2012  


Fontes:
Planeta Susutentável - http://planetasustentavel.abril.com.br/lixo/
Comlurb - http://www.rio.rj.gov.br/web/comlurb
          

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

ESPAÇO DICA RECICLÁVEL - RECICLE SEU ENTULHO


Qualquer pessoa que já tenha acompanhado uma reforma sabe que entulho vai para o lixo. Mas, numa rápida conversa com as demolidoras, descobre-se que todo o material pode ser comercializado. Há 20 anos no ramo de demolição, João Humberto Camargo vende esquadrias, portas, janelas, ferragens, louça sanitária, madeiras e telhas, além de tijolos inteiros. Os restos de alvenaria vão para o lixo, mas também teriam serventia. Na escola de pedreiros do Senai do Tatuapé, os professores ensinam os alunos a usar entulho em construções novas. Os resíduos de alvenaria são triturados em um pequeno moinho e, depois, substituem dois terços da areia na mistura da argamassa aplicada em peças não estruturais. Nas obras experimentais da instituição, esse recurso reduziu a quantidade de sobras em 90%, "além de gerar economia", diz o instrutor José Carlos Rocha. A contenção de gastos começa no descarte: acima de 1 m³, é preciso contratar uma caçamba, que sai em média por R$ 250 (4 toneladas). Se tiver madeira, plástico ou vidro, sobe para R$ 350. A prefeitura de São Paulo também não joga entulho fora. Está utilizando as 64 mil toneladas de resíduos da demolição dos edifícios São Vito e Mercúrio, no centro da cidade, para substituir brita e areia na pavimentação de ruas. Resultado: economia de R$ 3,2 milhões nos gastos com aterro, que cobra para receber os resíduos. 
Um exemplo de que as pesquisas estão indo “ de vento em polpa” é a parceria que a Caixa Econômica Federal fez com a Universidade Federal da Bahia (UFBA), cujo projeto é denominado de “Projeto Entulho Bom”, que foram escolhidos como “As 100 melhores práticas do mundo”, organizado e realizado pela ONU.



O que diz a Lei?

Desde 2002, é proibido jogar entulho em aterros comuns. A resolução nº 307/2002 , do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), que vigora desde junho de 2005, define como deve ser o descarte e quais são os riscos ambientais relacionados a cada material. Em São Paulo, a prefeitura criou as Áreas de Transbordo e Triagem (ATT) para dar um destino seguro aos resíduos. No Rio de Janeiro, a Comlurb possui pontos de coleta de entulho espalhados pela cidade, procurar em Ecopontos .